Capela de São Brás (MN) » Vila Velha - Atribuída à época de transição do séc. XIII para o XIV, é um pequeno templo romântico-gótico, coevo da fundação de Vila Real. Adossada à Igreja de São Dinis, sofreu profundas alterações no séc. XVIII, mas guarda ainda no interior duas arcas tumulares, uma das quais de estilo manuelino. Na outra é tradição que está sepultado Lourenço Viegas, o Espadeiro, companheiro de armas de D. Afonso Henriques.

Existem na parede fundeira, dignos de registo, frescos que representam São Brás.

 

 

Capela da Misericórdia » Rua da Misericórdia - A sua construção iniciou-se em 20 de Março de 1532, por ordem do Abade de Mouçós, D. Pedro de Castro. No interior, tem quatro retábulos nas paredes laterais, em talha barroca. Dois deles escondem outros anteriores, de granito dourado, muito mais valiosos devido à sua origem maneirista, rara na região.

 

 

 

 

Igreja de Nossa Senhora de Guadalupe (IIP) » Lugar da Ponte, Mouçós - Construída no séc. XV. É globalmente românica, embora a fachada principal e o arco cruzeiro pertençam ao gótico. Tem no interior sepulturas datadas dos sécs. XVI e XVII, e podem apreciar-se alguns frescos num das paredes da capela-mor. Revela ainda vestígios mudéjares do antigo tecto, nos caibros do coro.

 

 

 

 

 

 

Igreja de São Domingos (MN) » Avenida Carvalho Araújo - Era a antiga igreja do convento do mesmo nome, que foi sagrada Sé de Vila Real em 1924. É um templo espaçoso, de três naves, construído no séc. XV. A torre sineira foi erguida em 1742 e a capela-mor reformulada em 1753. Sofreu um grande incêndio em 1837, tendo sido reconstruída na década seguinte.

 

 

 

 

 

 

 

Capela Nova » Rua dos Combatentes da Grande Guerra - Também conhecida por Igreja dos Clérigos, a Capela Nova é uma obra atribuída a Nicolau Nasoni. De feições tipicamente barrocas, exibe no interior azulejaria com representação de cenas da vida de São Pedro e São Paulo, sendo o retábulo da capela-mor de talha renascentista, do início do séc. XVII. No largo fronteiro, realiza-se entre 27 e 29 de junho de cada ano a tradicional Feira de São Pedro, ou dos Pucarinhos (barros pretos de Bisalhães e linhos de Agarez e Mondrões).

 

 

 

 

 

 

Igreja de São Pedro » Largo de São Pedro - De origem barroca, A Igreja de São Pedro foi construída em 1528 a mando de D. Pedro de Castro, Abade de Mouçós, que nela tem sepultura. Em 1692, Domingos Botelho da Fonseca, fidalgo da Casa Real, que também ali jaz, manda revestir de azulejos a capela-mor.Em 1711, a igreja é objecto de restauro. São de notar a riqueza da talha e o tecto em caixotões.

 

 

 

Igreja de Constantim, incluindo as Capelas Anexas e o Altar-Mor de Talha com Sacrário Giratório (IIP) » Constantim - Datada de 1726, sobressai pela sobriedade e elegância do conjunto, enriquecido por uma capela exterior adossada à frontaria do edifício, no lado direito. Classificada como Imóvel de Interesse Público, abriga no interior, em talha de madeira dourada do séc. XVII, um sacrário rotativo com quatro esculturas representando a prisão de Jesus Cristo, a flagelação, calvário e ressurreição. Na capela exterior guarda-se o crânio de São Frutuoso, que é tradição beijar a 20 de Janeiro e no último domingo de Julho.

 

 

 

 

Igreja de Folhadela » Folhadela - Apesar da sua suposta origem no séc. XIII, a igreja denuncia diversas alterações efectuadas no séc. XVII, com a construção de uma nova fachada principal, novas casas para as confrarias e novo torreão sineiro. Em obras realizadas em 1999, ficaram à vista os frescos da capela-mor e do arco cruzeiro.

 

 

 

 

 

 

 

Igreja de Mondrões (IIP) » Mondrões - A ligação da Igreja de Mondrões ao Mosteiro dos Jerónimos é testemunhada pela abóbada gótica da sua nave, assim como pela casula  pelo pluvial, paramentos dos finais do séc. XV. A construção da fachada principal e dos retábulos, embora já do período barroco, foi coadjuvada pela Igreja de Belém, conforme se prova documentalmente.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Igreja de Vila Marim » Vila Marim - É a igreja mais antiga do Concelho. Foi construída no séc. XII, em pleno românico, embora descaracterizada no séc. XVII. Foram recentemente postos a descoberto belos frescos (em vias de classificação) que revestiam grande parte do seu interior, em camadas sucessivas.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Arca Tumular Românica Anexa à Igreja do Salvador, Paroquial de Mouçós (IIP) » Mouçós Adossada à igreja paroquial de Mouçós, existe uma interessante capela do séc. XV, que contém a arca tumular do seu fundador, Abade Fernão de Brito, monumento classificado, ricamente decorada.

 

 

 

 

 

Casa de Diogo Cão (IIP) » Avenida Carvalho Araújo - Localizada bem no centro da cidade, é um edifício de traça medieval, com construções contíguas da mesma feição arquitectónica. Nela terá nascido, segundo a tradição, o navegador português Diogo Cão, que descobriu a foz do Zaire no séc. XV.

 

 

 

 

 

Casa dos Brocas » Rua Camilo Castelo Branco - Casa senhorial construída pelo avô de Camilo Castelo Branco. Tem na fachada uma lápide que evoca o escritor, mandada colocar pela Região de Turismo da Serra do Marão.

 

 

 

 

 

 

Casa dos Marqueses de Vila Real » Av. Carvalho Araújo - Casa onde habitou a família dos Marqueses de Vila Real, caída em desgraça pelo seu envolvimento na conjura contra D. João IV, em 1641. Conserva ainda as ameias e a janela geminada de estilo manuelino.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Torre de Quintela (MN) » Quintela, Vila Marim - Oito balcões com parapeitos ameados saltam à vista na Torre de Quintela, de estilo gótico, construída na segunda metade do séc. XIII. Camilo Castelo Branco faz dela, fantasiosamente, um dos cenários do romance «O Anátema».

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Secção Museológica da Casa de Mateus - Para além dos imponentes jardins, os visitantes da Casa de Mateus têm oportunidade de conhecer parte do interior do edifício, construído no séc. XVIII, e apreciar a sua decoração com mobiliário da época. A secção museológica, que se encontra em duas salas contíguas, inclui documentos do arquivo da Casa, paramentos, arte sacra, objectos ligados à actividade diplomática da família e à edição de 1817 de «Os Lusíadas».

Fundação da Casa de Mateus > 5000-291 VILA REAL

 

Museu de Heráldica e Armaria Medieval - Ainda em fase de organização, o futuro Museu de Heráldica e Armaria Medieval instalar-se-á na Torre de Quintela, Freguesia de Vila Marim. Nele serão mostradas, para além de outros objectos, representações das pedras-de-armas das principais famílias dos distritos de Vila Real e Bragança.

5000-772 Vila Marim

 

Museu de Geologia - Pertence à Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro. O acervo é constituído sobretudo por colecções de minérios característicos da região, compreendendo ainda espécimes do resto do país e do estrangeiro. Podem igualmente ver-se no Museu uma pequena mostra paleontológica composta essencialmente por fósseis e uma demonstração das utilizações dos minérios da região.

Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, Edifício de Geociências, Quinta de Prados, Alameda Reitor Fernando Real / 5000-696 VILA REAL

De segunda a sexta-feira, das 9h30 às 12h00 e das 14h00 às 17h00 (Visitas por marcação).

 

Museu de Vila Real - Num edifício de traça setecentista, o Museu acolhe, na sua secção de Numismática, um acervo de cerca de 30 mil moedas romanas, luso e hispano-romanas, gregas, visigóticas, bizantinas e ibéricas. Dispõe também de uma colecção de objectos arqueológicos, entre os quais algumas das misteriosas Pedras do Alvão. A sua Área de Exposições Temporárias é permanentemente animada com sessões culturais, exposições, etc.

Rua do Rossio, 5000-620 VILA REAL

De terça a sexta-feira, das 10h00 às 12h30 e das 14h30 às 18h30.

Sábados e domingos, das 14h30 às 18h30.

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